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Obra
LUDOLFO, de Saxónia, ca. 1295-1377, O. Cart. – Livro de vita Cr[ist]i, [1495], vol. 2.
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Índice
[Rosto]
[Estampa: Calvário; no friso inferior, os comitentes, D. João II e D. Leonor]
O liuro segundo
Dos quatro exemplos.
sermoões. hystorias. ou preeguaçoões que o senhor
fez aos discipollos. Capitollo. terceyro
Da viinda do senhor em nazareth e
como leeo em a sinagoga dos judeos os quaaes o queriam abayxar ou
vençer com pallauras. Capitollo. iiij
Da cobijça e alguu[n]s outros defeitos dos clerigos. e dos religiosos. Capitollo. vij
De como o senhor andou sobre o mar da galeilea. E de como elle sosteue a pedro q[eu] nõ se alaguasse. Capi. viiij
Das pallaras do se[n]hor por os quaes alguu[n]sse tornauã atras. Capitollo. ix
Da passage[m] q[ue] fez o senhor e os discipollos pollas semeadas e agros. Capitollo. x
Daquelle demoinhado çego e mudo. Capitollo.xij
Dos judeos q[ue] demandauã
signal do çeeo. E do spiritu çujo que ja fora delles
lançado. Capitollo. xiij
Daq[ue]lla molher q[ue]
estãdo antre aq[ue]lla ge[n]te aleuantou a voz. e como a madre
do senhor e os jrmãaos o ãdauã buscãdo.
Capitollo. xiiij
Do jrmaão q[ue]
demãdaua que se partisse a herança e do rico que q[ue]ria
encher o çelleyro. Capitollo. xvj
De alagoa chamada probatica pisçina. e do paralitico. Capitollo. xvij
Da aruor sem fructo. e da molher corcouada e atorme[n]tada do spumaao. Capi. xviij
Do ydropigo. e do req[ue]rimento e amoestaçom pera humildade e misericordia. Capitollo. xix
Da festa e solle[n]pnidade chamada çenoffegia. Capitollo. xxj
De algu[m]as palauras do senhor por as quaaes os judeos o quesiam apedrar. Capitollo. xxiij
Das nouas festas em q[ue] os judeos q[ue]riã apedrar jhu[s] [christ]o. Capitollo. xxvj
Das ensinanças e hordenanças dos phariseus que eram cõtra o mãdado de deus. Capitollo. xxvij
De como fartou e auõdou quatro mil home[n]s. Capitollo. xxx
De como nos deuemos guardar do velho forme[n]to e do çego de bethsayda que foy alumiado e cobrou vista. Capitollo. xxxj
[Índice da segunda parte]
[Armas de D. Leonor]
[Rosto]
[Estampa: Calvário; no friso inferior, os comitentes, D. João II e D. Leonor]
O liuro terçeyro
Do requerime[n]to e amoestaçõ pera seguir a christo per exemplo da sua paixom. Capitollo segundo
De como nom deuem seer
escandalizados os simprizes: e paruoos nem doestados aa defora ne[m]
desprezados aa de dentro na voontade. Capitollo sexto
Dos tres contos .s. da ovelha e da mealha e do filho gastador. Cap. vij
Da maneyra per que se deue fazer
castigo e correyçam do proximo: e de como deue seer perdoado o
jrmaão setenta e seis vezes. Capitollo. viij
Do rey que quis estar a conto com os seus seruidores. Capitollo. ix
Da causa e razã porq[ue] o marido pode deixar sua molher e dos meninos oferyçidos a deus. Capitollo. x
Da graueza e jmpossibilidade q[ue]
he do rico entrar no regno dos çeeos e do gualardõ
daq[ue]lles que leixã todas cousas e segue[m] a [christ]o.
Capitollo xiij
Do rico abastado e do lazaro mendigoo. Capitollo. xvj
De huu[m] çego q[ue] foy alomiado ante q[ue] entrasse jhesu em jherico. Capitollo. xxij
Do espargime[n]to do vngue[n]to sobre a cabeça de jhesu. Capitollo. xxv
De como se assentou o se[n]hor sobre o burro e e[n]çima da asna. Capit. xxvj
De como chorou o senhor sobre jherusalem quando entrou em ella. Capitollo. xxviij
Da segu[n]da vez q[ue] [christ]o lãçou os q[ue] ve[n]diã e mercauã no te[m]plo. Capitol. xxix
Dos dous dinheiros ou mealhas da velha. e da oraçõ do phariseu e do pubricano Capitollo. xxx
Da maldicçõ da figueira e do graão de trigo e do prinçipe do mundo. Capitollo. xxxj
Dos dous filhos dos quaaes huu[m] fou aa vinha e o outro recusou de hir. Capitollo. xxxij
Do arre[n]damento ou aluguer da vinha: e dos maaos ensangoe[n]tados allugadores. Capitollo. xxxiij
Dos cõuidados aas vodas. e daq[ue]lle q[ue] nõ tijnha vistudura de festa ou de voda. Capitollo. xxxiiij
Da questom da pagua do trebuto e da molher que ouue sete maridos. Capitollo. xxxv
Do primeiro e grande mandame[n]to da ley e do segnndo semelhante a elle. Capitollo. xxxvj
De como os scriuaães e
phariseos ou p[r]egadores deue[m] seer ouuidos em sua doctrina: mas
nõ deue[m] seer seguid[os] em sua vida. Cap. xxxvij
Daq[ue]lles q[ue] mereçe[m]. e aque[m] he deuydo a cõfusom eternal. Cap. xxxviij
Dos remedios co[n]tra as
te[m]patçoões do postumeiro te[m]po. e do exercicio da
voõtade em deos. Capitollo. xli
De como deuemos orar sperãdo
a vinda do senhor: e depois dos errores e signaaes da sua vinda e do
acabame[n]to do mu[n]do. Cap. xlij
Da cõsolaçõ dos
escolhid[os] e de como se achegua a graça do remime[n]to e da
semelhãça da figuera. Cap. xliiij
Do dia do senhor q[ue] segu[n]do o
exe[m]plo de noe ou de loth desobreue[n]ta ou subitame[n]te aa devijr.
e de como huu[m] he reçebido e outro enjeytado. Cap. xlv
Da vigilia e guarda q[ue] faz o padre e senhor de mujta ge[n]te q[ue] guarda sua casa cõtra o ladrom. Capitollo. xlvj
Dos marcos e bee[n]s q[ue] o s[e]n[h]or entregou aos seus seruos. Capitollo. xlix
Do aventoajamento ou alimpamento da eyra no postumeiro juizo. Capitollo. l
[Armas de D. Leonor]
Colofão
[Marca dos impressores]
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![]() LUDOLFO, de Saxónia, ca. 1295-1377, O. Cart. Livro de vita Cr[ist]i / [este que compos ho venerable meestre ludolfo prior do moesteyro muy honrrado de argentina] ; [o qual mandou tresladar de latym em lingoagem portugues a muyto alta prinçessa infante dona ysabel ... ao muy pobre de virtudes dom abade do moesteyro de sam paullo. E foy corregido e reuisto com muyta dilligencia por os reuerendos padres da ordem de sam francisco de emxobregas ...]. - [Lixboa : Nicolao de Saxonia [e] Vale[n]tyno de moravia, 1495]. - 3 vol. : il. ; 2º (38 cm). - Responsabilidades retiradas do colofão do 1.º vol. - Tradução tradicionalmente atribuída a Fr. Nicolau Vieira e Fr. Bernardo de Alcobaça, mas hoje considerada como tendo sido feita no ambiente da Corte de D. Duarte. Assim, o cólofon de Valentim Fernandes deve entender-se como tendo recebido da rainha Dona Leonor o manuscrito para a impressão do texto, mas a situação a que ele se reportava não estava bem determinada. De facto, Frei Bernardo de Alcobaça (que se transferiu deste mosteiro para o de S. Paulo de Almaziva, em Coimbra) transmitiu a Dona Isabel, duquesa de Coimbra, uma cópia do manuscrito em português que havia na biblioteca de Alcobaça; por sua vez, o manuscrito de Alcobaça deve-se, com toda a probabilidade, a D. Estêvão de Aguiar, que o recolheu na corte (os primeiros seis cadernos foram copiados pelo moço da câmara). A tradução foi constituída na corte, certamente sob orientação do rei D. Duarte (se é que não directamente por ele). - Informação do pé de imprensa retirada do colofão do 1.º vol. - Erros de foliação na 3.ª parte do vol. 2: f. XII por XXI, f. XIII por XXI e f. CXII por XVII. - Erros de foliação no vol. 3: f. CXXXVIII por CXXXVII. - O vol. 1 é composto pela 1.ª parte, o vol. 2 é composto pela 2.ª e 3.ª partes e o vol. 3 é composto pela 4.ª parte. - Livro impresso a preto e vermelho. - Pert.: Biblioteca da Manizola, PTULFL: RES 120-122. - Estado de conservação verificado : restauro químico e mecânico; 20061229; encadernação restaurada, PTULFL: RES 120-122. - Euphrosyne, n.º 29, 2001, p. 125-142 "A vita Christi de Ludolfo de Saxónia, em português: percursos da tradução e seu presumível responsável" / Aires Augusto Nascimento. - BN. - Obra digitalizada a partir do original. - Vol. 1: [14 agosto 1495]. - clxxxv f. - Ass.: a-z//8, []//8 ; Vol. 2: [7 setembro 1495, 20 nouembro 1495]. - lxxxviii, cxxiii, [1] f. - Ass.: aa-ll//8, A-O//8, P-Q//6 ; Vol. 3: [13 mayo 1495]. - clxxxv, [1] f. - Ass.: AA-XX//8, yy//8, zz//10 CDU 23 RES 120 (ULFL), vol. 1 RES 121 (ULFL), vol. 2 RES 122 (ULFL), vol. 3 |
