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Obra
LUDOLFO, de Saxónia, ca. 1295-1377, O. Cart. – Livro de vita Cr[ist]i, [1495], vol. 1.
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Índice
[Rosto]
[Estampa: Calvário; no friso inferior, os comitentes, D. João II e D. Leonor]
O liuro primeyro
De como foy achado remédio per a saluaçom do linhagem humanal. Capitollo ij
Da concepçã do saluador. Capi. v
Da nascença e circu[n]cisam
do precursor ou mesegeyro do senhor. E tãbem da visitaçom
da virgem Maria a helisabeth. Capitollo vj
Do apariçimento do senhor. Capitollo xj
Da fugida do senhor para o egypto: da morte dos jnnoçentes. Capitollo xiij
Da tornada do senhor do Egipto e do começo da penitencia de joham bauptista. Capitollo xiiij
De como jesu [christ]o seendo menino ficou em jerusale[m] e foy achado em o te[m]plo e antre os doctores. Capi. xv
Que fez o senhor jhesu des a ydade de doze anos atee começo de trinta annos. Capitollo xvj
Do officio e vida de sam joham baptista. Capitollo xvij
De como joham nom veeo per sy meesmo em publico mas foy emuiado per deus Capitollo xviij
De como johanne confessou nom seer christo mas seu precursor e mysegeyro. Capitollo xix
De como se deue fazer peendença. Capitollo xx
Do gejuum e temptaçoões do nosso senhor ihesu christo. Capitollo xxij
Do testimu[n]ho outroiy q[ue] deu
johãne de [christ]o. E do primeiro chamame[n]to dos
discipoll’ e da pe[n]gaçom escõdida. Capitolo xxiiij
De como o senhor lançou a primeira vez os q[eu] vendia no te[m]plo. Cap. Xxvj
Da p[r]eguaçom que fez o senhor no monte. Capitollo xxxiij
De como os p[r]llados deve[m] allumiar per p[r]egaçõ. Capitol. xxxiiij
Da paciência e largueza que se deue auer acerca dos próximos. Capitollo xxxv
De como se non deue buscar louuor dos homee[n]s nas boõas obras. Capitollo xxxvj
Da oraçom do senhor ihesu christo que he o pater noster. Capitollo xxxvij
De como nom deuemos fazer thesouro na terra mas nos ceeos. Capitollo xxxviij
Da misericórdia q[eu] deuem
auer. E de como nõ auem julgar e da fiúza q[eu] deuem
auer na oraçõ. Cap. xxxix
Da vida apartada e da conclusom da preeguaçom. Capitollo xl
Da cura que foy feyta ao demoninhado e aa sogra de Pedro. Capit. xliij
Em como o senhor foy spertado e mandou aos ventos e ao mar q[eu] assesseguassem. Capitollo xlvj
Da molher chamada emeroysa e da filha de huum príncipe da synagoga. Capitollo xlix
Da pacie[n]cia q[eu] se deue auer nas auersidades. Cap. lij
Das cousas q[eu] embarguam a perfeiçam. Capitollo liiij
Da p[r]egu[n]ta de sam joham baptista e do sen louuor. Capitollo lvj
Da tornada dos apostollos. Capitollo lviij
Do home[m] ferido e roubado no caminho. Capitollo lix
Do mysterio ou occupaçõ de martha e de vagar ou ouçiosidade de maria magdanella. Capitollo lxj
[Armas de D. Leonor]
[Colofão]
[Marca dos impressores]
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![]() LUDOLFO, de Saxónia, ca. 1295-1377, O. Cart. Livro de vita Cr[ist]i / [este que compos ho venerable meestre ludolfo prior do moesteyro muy honrrado de argentina] ; [o qual mandou tresladar de latym em lingoagem portugues a muyto alta prinçessa infante dona ysabel ... ao muy pobre de virtudes dom abade do moesteyro de sam paullo. E foy corregido e reuisto com muyta dilligencia por os reuerendos padres da ordem de sam francisco de emxobregas ...]. - [Lixboa : Nicolao de Saxonia [e] Vale[n]tyno de moravia, 1495]. - 3 vol. : il. ; 2º (38 cm). - Responsabilidades retiradas do colofão do 1.º vol. - Tradução tradicionalmente atribuída a Fr. Nicolau Vieira e Fr. Bernardo de Alcobaça, mas hoje considerada como tendo sido feita no ambiente da Corte de D. Duarte. Assim, o cólofon de Valentim Fernandes deve entender-se como tendo recebido da rainha Dona Leonor o manuscrito para a impressão do texto, mas a situação a que ele se reportava não estava bem determinada. De facto, Frei Bernardo de Alcobaça (que se transferiu deste mosteiro para o de S. Paulo de Almaziva, em Coimbra) transmitiu a Dona Isabel, duquesa de Coimbra, uma cópia do manuscrito em português que havia na biblioteca de Alcobaça; por sua vez, o manuscrito de Alcobaça deve-se, com toda a probabilidade, a D. Estêvão de Aguiar, que o recolheu na corte (os primeiros seis cadernos foram copiados pelo moço da câmara). A tradução foi constituída na corte, certamente sob orientação do rei D. Duarte (se é que não directamente por ele). - Informação do pé de imprensa retirada do colofão do 1.º vol. - Erros de foliação na 3.ª parte do vol. 2: f. XII por XXI, f. XIII por XXI e f. CXII por XVII. - Erros de foliação no vol. 3: f. CXXXVIII por CXXXVII. - O vol. 1 é composto pela 1.ª parte, o vol. 2 é composto pela 2.ª e 3.ª partes e o vol. 3 é composto pela 4.ª parte. - Livro impresso a preto e vermelho. - Pert.: Biblioteca da Manizola, PTULFL: RES 120-122. - Estado de conservação verificado : restauro químico e mecânico; 20061229; encadernação restaurada, PTULFL: RES 120-122. - Euphrosyne, n.º 29, 2001, p. 125-142 "A vita Christi de Ludolfo de Saxónia, em português: percursos da tradução e seu presumível responsável" / Aires Augusto Nascimento. - BN. - Obra digitalizada a partir do original. - Vol. 1: [14 agosto 1495]. - clxxxv f. - Ass.: a-z//8, []//8 ; Vol. 2: [7 setembro 1495, 20 nouembro 1495]. - lxxxviii, cxxiii, [1] f. - Ass.: aa-ll//8, A-O//8, P-Q//6 ; Vol. 3: [13 mayo 1495]. - clxxxv, [1] f. - Ass.: AA-XX//8, yy//8, zz//10 CDU 23 RES 120 (ULFL), vol. 1 RES 121 (ULFL), vol. 2 RES 122 (ULFL), vol. 3 |
